sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Site Só Física é super legal, e divulga a Física na internet para pessoas que fazem Física ou simplismente gostam.
Vale a pena conferir. Nele você encontra jogos on-line, história da Física, conteúdos, biografias, vídeos, exercícios resolvidos, provas de vestibular, simulados on-line, curiosidades e muito mais.
É um ótimo suporte para professores e alunos. Para ter acesso aos seus conteúdos, vídeos e muitas outras coisas basta se cadastrar gratuitamente no site, e é super rápido. Estudantes, Profissionais da educação e pais de alunos podem se cadastrar. Não percam!!!

Link: http://www.sofisica.com.br/

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Campeonato de Foguetes

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Olá!!! O Primeiro Campeonato Brasileiro de Foguetes será realizado nos dias 8 e 9 de novembro de 2010 no município de Campos dos Goytacazes. As inscrições são grauitas. Serão disponibilizados alojamento gratuito para as equipes participantes. O Campeonato contará com a presença do Astronauta Brasileiro Marcos César Pontes, que é um dos idealizadores do Campeonato.
Inscrições e informações no endereço:

http://campeonatodefoguetes.com.br

Participe!!!

Um fraterno abraço,

Marcelo de Oliveira Souza

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Você sabia que existe lixo no espaço?

Você sabia que existe lixo no espaço?
Conheça os materiais abandonados na órbita da Terra e que são um risco para os astronautas
Por: Marcelo de Oliveira Souza, Laboratório de Ciências Físicas, Universidade Estadual do Norte Fluminens
Publicado em 04/03/2008 | Atualizado em 12/08/2010
Pedaços de foguetes, ferramentas, satélites em desuso e até – sinto muito, mas é preciso dizer – cocô e xixi congelados de astronauta giram em torno da Terra. Sim, isso é o que se chama lixo espacial!

A maior parte desse lixo, vale ressaltar, é resultante da explosão acidental de satélites, que os faz em pedacinhos. Para você ter uma idéia, mais de 120 eventos desse tipo já foram detectados pela NASA – a Agência Espacial Americana – e acredita-se que esse número pode ser bem maior.

Alguns satélites também são deliberadamente destruídos. Como foi, por exemplo, o caso do teste de um míssil chinês realizado em 2007. Ele foi lançado com o objetivo de atingir um satélite que estava em desuso. Todo o material resultante da destruição – pedaços do satélite e do míssil – continua na órbita da Terra. Podem ocorrer, também, colisões entre o material abandonado no espaço, gerando ainda mais fragmentos.

É importante destacar que a maior parte do lixo espacial orbita a menos de dois mil quilômetros de distância da superfície da Terra, tornando-se um risco para os novos lançamentos que são realizados, dado que quase todas as missões tripuladas ficam abaixo dessa altitude. Já existem até alguns casos de colisão desses objetos com naves tripuladas, ainda bem poucos, mas que já foram registrados. Um perigo a mais para os astronautas.


Para minimizar o problema, já se imagina produzir uma lixeira espacial com o objetivo de recolher esse material abandonado. Ela seria composta por satélites com capacidade de coletar o lixo abandonado no espaço. Já há uma lixeira desse tipo em funcionamento na Estação Espacial Internacional, é a nave automática russa Progress, responsável por levar periodicamente suprimentos para a estação e, no retorno para a Terra, trazer o lixo produzido lá.

Como se não fosse o suficiente poluir a superfície de nosso planeta, estamos também poluindo o espaço! As novas gerações terão um trabalho e tanto.

Números do lixo espacial
Desde o Sputnik – o primeiro satélite artificial da Terra, lançado em 1957 – até o início de setembro de 2007, foram realizados cerca de 4.500 lançamentos orbitais. A NASA estima que haja atualmente, girando ao redor da Terra, cerca de 11 mil objetos com diâmetro superior a 10 centímetros e mais de 100 mil objetos com diâmetro entre um e 10 centímetros, além de mais de 10 milhões com tamanho menor do que um centímetro. Haja lixeira!

Marcelo de Oliveira Souza
Laboratório de Ciências Físicas
Universidade Estadual do Norte Fluminense


FIGURA E A REPORTAGEM NO LINK:
http://cienciascarmoteresopolis.blogspot.com/2010/09/por-dentro-da-via-lactea-astronomo.html

Daiana Cristina Rocha Alves

Nobel de Física vai para estudo do grafeno, material semicondutor

Nobel de Física vai para estudo do grafeno, material semicondutor

Andre Geim e Konstantin Novoselov trabalham no Reino Unido.
Chips de grafeno poderão viabilizar nova geração de computadores.


Andre Geim e Konstantin Novoselov receberam o prêmio Nobel de Física de 2010 porexperimentos inovadores com grafeno, um novo material mais forte que diamante, condutor de calor e, misturado com plástico, superflexível. Curiosamente, Geim também tem no currículo um prêmio Ig Nobel, obtido em 2000, por usar campos magnéticos para viabilizar a levitação de um sapo.
Como material, o grafeno completamente novo – não só o mais fino já obtido, como também o mais resistente. Como condutor de eletricidade, é tão bom quanto cobre. Como condutor de calor é melhor do que qualquer outro material. É quase completamente transparente, mas ao mesmo tão denso que nem mesmo hélio, o menor dos átomos de gás, pode passar por ele.
Uma ampla variedade de aplicações práticas é possível com a exploração das propriedades do grafeno, como a criação de novos materiais e a produção de componentes eletrônicos inovadores. Por exemplo, os cientistas estimam que semicondutores de grafeno serão muito mais rápidos do que os de silício, viabilizando o desenvolvimento de computadores ainda mais eficientes (esta reportagem chegou a mencionar o grafeno como um material supercondutor; a informação foi corrigida).
Uma vez que é praticamente transparente e um ótimo condutor, o grafeno é adequado para telas touch screen, painéis de luz e até mesmo células para captação de energia solar.
Quando misturado com plástico, o grafeno o transforma em condutor de eletricidade e o torna mais resistente ao calor e mecanicamente robusto. A resiliência – propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica – pode ser aproveitada em novos materiais derivados, que sejam finos, elásticos e superleves. No futuro, satélites, aeronaves e automóveis podem ser construídos com esses materiais compostos.
Andre Geim, 51, nascido na Rússia e cidadão holandês, e Konstantin Novoselov, 36, com cidadania britânica e russa, trabalham no Reino Unido, na Universidade de Manchester.
A descrição detalhada do grafeno foi publicado na revista "Science" há seis anos.
O primeiro Nobel de Física foi concedido em 1901 para Wilhelm Röntgen por sua descoberta dos raios X. Desde então, foram 103 prêmios e 187 cientistas receberam a homenagem.

FIGURAS E A REPORTAGEM NO LINK: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/10/nobel-de-fisica-vai-para-andre-geim-e-konstantin-novoselov.html

Daiana Cristina Rocha Alves

Grécia desenvolve bolsa solar

Grécia desenvolve bolsa solar
País quer transformar objetos comuns em usinas de eletricidade.

Pesquisadores da Grécia estão desenvolvendo novas formas de aproveitar a farta energia solar disponível no país.
Atualmente, tentam incrementar uma bolsa equipada com um painel solar que já está a venda nos Estados Unidos de forma a transformá-la em uma mini-usina e antena de transmissão.
Confira o vídeo aqui.
Cientistas gregos agora trabalham em uma fina película que pode gerar e conduzir eletricidade e ser aplicada sobre capas plásticas comuns.
Eles esperam que o produto revolucione redes sem fio portáteis.
Uma simples bolsa poderia ser transformada em bateria e antena para um sistema sem fio.
Mas entre as dificuldades que a pesquisa enfrenta está a crise econômica na Grécia, que tem levado muitos pesquisadores a deixar o país.

FIGURAS E A REPORTAGEM NO LINK: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/10/grecia-desenvolve-bolsa-solar.html

Daiana Cristina Rocha Alves

sábado, 9 de outubro de 2010

Confira a proposta curricular para Física nas escolas do Estado do Rio de Janeiro

A nova proposta curricular é uma releitura da Reorientação Curricular, documento resultante do trabalho que reuniu professores da rede estadual e contou com a coordenação de equipes de especialistas nas diversas áreas de conhecimento da UFRJ. A última versão deste documento foi publicada em 2006 e continua servindo como fundamento e referência do que deve ser trabalhado em sala de aula.
Confira como ficou distribuido os conteúdos de Física para todo o Ensino Médio no endereço abaixo:


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Simpósio Nacional de Ensino de Física

O Simpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF é um evento promovido pela Sociedade Brasileira de Física – SBF, e que acontece a cada dois anos, mudando a cidade-sede a cada Simpósio. O I SNEF ocorreu no Instituto de Física da Universidade de São Paulo em 1970, quatro anos após a criação da Sociedade Brasileira de Física. Essa iniciativa foi repetida com periodicidade de 3 anos até 1985, quando a Assembléia Geral do VI SNEF, realizado na Universidade Federal Fluminense, aprovou a periodicidade de 2 anos para os próximos SNEFs e que permanece até os dias de hoje.

www.sbfisica.org.br/~snef/xix

terça-feira, 5 de outubro de 2010

XXVIII Encontro de Físicos do Norte e Nordeste

O Encontro de Físicos do Norte e Nordeste (EFNNE) é um tradicional e importante evento científico no país, agregando potencialmente a comunidade de físicos e estudantes de Física das regiões Norte e Nordeste.

Este ano estará sendo realizada sua vigésima oitava edição, de forma ininterrupta, caracterizando um marco histórico para a Física do Brasil, em especial, para as regiões Norte e Nordeste. Neste evento, as oportunidades de intercâmbio científico entre os membros desta comunidade, através dos trabalhos apresentados nos diversos formatos, das discussões dos grupos de trabalho e das plenárias de caráter político-científico, além das oportunidades dos encontros informais entre os participantes durante o evento, têm proporcionado um crescimento contínuo, fundamental para o aprimoramento e construção do conhecimento nesta área da Ciência.

www.sbfisica.org.br/~efnne/xxviii/

Como montar um clube de Ciências

Como montar um clube de Ciências

Geralmente o clube de Ciências funciona em horários alternativos e reúne estudantes de várias classes. Temas de estudo precisam ser claramente definidos para que os interessados se habilitem. Por mais informal que seja o clube, é bom manter um mínimo de organização. Uma ficha de inscrição dá conta do "quadro social". As atividades devem ser abertas a todos, mas recomenda-se a divisão por grupos: 1ª a 4ª série e 5ª a 8ª. "No nosso primeiro ano as crianças trabalhavam todas juntas e logo percebemos que as expectativas são diferentes", relata a professora Eunice Gavioli, da Escola Moppe, em São José dos Campos. "As mais novas têm menos paciência, querem projetos de resposta mais rápida." O ideal é que os conteúdos não sejam completamente independentes do que é ensinado em sala de aula, o que pode significar alguma adaptação do currículo. "A simples discussão de um novo projeto gera um tititi muito saudável na turma toda", garante Eunice. Ou seja, é uma boa chance de estimular a troca de informação entre os sócios do clube e os demais colegas.

Mito

Para montar um clube de Ciências, a escola precisa ter um bom laboratório, certo? Errado. Durante anos essa foi uma crença difundida. A realidade mostra que ela não é verdadeira. De que adianta ter equipamentos e não relacionar os conteúdos aos temas do cotidiano? Por isso, o que realmente importa é o foco na criação de projetos que interessem aos alunos.

O professor Jorge Machado classifica esse trabalho de educação científica. "Ao montar um clube, tome como base o trinômio ciência-tecnologia-sociedade. Não faz diferença ter acesso a um laboratório, porque as questões científicas não estão isoladas do contexto social, político e econômico dos estudantes." Ou seja, muito mais importantes do que a infra-estrutura são os objetivos de uma atividade como essa.

Fonte: Revista Nova Escola. Dipsonível em: http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/barato-clube-ciencias-425888.shtml . Acesso em: 05 out. 2010.

Glycia Carla de Padua Leite